domingo, 10 de junho de 2012

Como alinhar negócios e TI?


Diariamente várias questões povoam os pensamentos de responsáveis pela área de Tecnologia da Informação de empresas e, certamente, algumas dessas dúvidas incomodam mais do que outras. Dentre as que mais contribuem para as “dores de cabeça gerenciais”, podemos destacar duas:
  • De que forma a área de TI pode ser vista como suporte imprescindível para a geração de novas receitas para a empresa?


  • Existe alguma linha tecnológica que possa ser colocada em prática para facilitar o alinhamento entre modelos de gestão de negócios e de tecnologia?
É tão difícil encontrar as respostas para essas perguntas, quanto responder a questionamentos sobre nossa existência (quem somos?, de onde viemos?, para onde vamos?). Apesar disso, a exemplo das dúvidas sobre a existência humana, o questionamento da existência da empresa como organismo vivo pode e deve ser continuamente exercitado e avaliado. 

Centro de receitas 

Nessa reflexão, podemos perceber que tradicionalmente a área de TI das empresas é vista como centro de custos, onde uma quantidade não desprezível de recursos flui continuamente. E isto acontece principalmente quando geração de novas receitas, corte direto de custos ou aumento de produtividade não são diretamente relacionados aos investimentos já feitos em TI. 

Organizações mais tradicionais ainda relutam em inserir em suas discussões sobre posicionamento estratégico as oportunidades e os limites gerados por sua estrutura de TI. Assim, torna-se quase impossível perceber oportunidades de negócio geradas com suporte direto da área de Tecnologia da Informação, ou mesmo antecipar problemas em novos negócios que podem ser criados pelas limitações tecnológicas da estrutura existente. Temos aí um desafio: como tornar estratégico algo que é visto como periférico? 

Mudança de paradigma 

Estruturas empresariais mais modernas (podemos citar os setores de telecomunicação e bancos como exemplos) já concluíram que não se pode separar seus produtos (ou serviços) da tecnologia. Basta olharmos com atenção para todos os produtos lançados por estes segmentos para comprovarmos esta afirmação: não existe mais produto bancário ou da área de telecomunicações sem o suporte direto da área de Tecnologia da Informação. 

Além disso, ao analisarmos a estrutura de poder dentro destes setores no País, veremos que a posição ocupada pelas altas decisões de investimentos em TI é estratégica e diretamente relacionada a tomadas de decisão em diversas linhas de negócio. 

E por que outros grandes segmentos do mercado ainda não agem da mesma forma? Talvez porque a dinâmica de negócios em alguns setores seja evidentemente mais lenta do que em outros, talvez porque o próprio posicionamento da área de TI nestes setores mais conservadores, ainda não encontrou uma forma para ocupar o espaço que lhe é devido. 

Sejam quais forem os motivos deste desalinhamento estratégico, a área de TI pode e deve tomar algumas medidas para fortalecer sua posição de comprometimento com os objetivos do negócio. Confira na próxima página que medidas são essas.



Primeiramente, podemos citar a necessidade da área de TI analisar, de forma contínua e estratégica, a contribuição que os produtos gerados por sua equipe (sistemas de informação) tem em relação aos objetivos do negócio. Esta análise deve ser feita em relação ao orçamento total da área de TI. Devem ser quantificados e analisados os percentuais investidos em três blocos funcionais distintos:
  • Processos que não agregam valor ao negócio, por serem obrigatórios em todas as empresas de um mesmo segmento (como contas a pagar, contabilidade, etc);


  • Processos que aumentam a produtividade da empresa (normalmente sistemas ligados à linha de produção ou atendimento ao cliente);


  • Processos que efetivamente contribuem para a geração de novos negócios para a empresa.
Este tipo de análise servirá como um painel para a área de TI enxergar e fazer com que a empresa entenda que sua participação em relação aos objetivos do negócio pode ser expandida. 

"Negocês" x "tecniquês" 

Outra medida que pode contribuir fortemente para este reposicionamento é a adoção de linhas tecnológicas que simplifiquem a tradução do modelo de negócios em ferramentas de TI, já que o dialeto “negocês” (retorno de investimento, margem bruta, canais de distribuição, etc.) terá que ser implementado com o dialeto “tecniquês” (Java, Web Server, Banco de Dados, etc). 

Além disso, sempre é bom lembrarmos que existe no mercado um leque de soluções tecnológicas que, inicialmente, fazem a alegria do pessoal de TI, pois incorporam todas as promessas de ser “a ferramenta para acabar com todas as outras ferramentas”. No entanto, no momento de entrar em ação, de atender à área de negócios com agilidade e cursos baixos, essas “ferramentas mágicas” mostram dificuldades de operação por profissionais que não sejam extremamente qualificados. 

Caso esta tradução de modelos seja complexa, a área de TI se encontrará várias vezes na situação em que uma pequena mudança no modelo de negócios da empresa acarretará uma grande mudança no modelo tecnológico. Este tipo de situação é visto pela área de negócios como um investimento sem retorno, já que pequenas mudanças no negócio devem ser executadas em prazo curto e com orçamento pequeno. 

Foco no negócio 

A terceirização das atividades de TI que não possuam valor agregado aos objetivos de negócio da empresa é o outro ponto-chave nesta questão. Será que uma empresa, pelo simples fato de utilizar uma salada tecnológica necessária para a implementação de seu modelo de negócios, precisa ter dentro de casa todos os profissionais especializados em cada uma dessas tecnologias? Provavelmente alguma outra empresa focada no ramo de TI terá condições de executar estas atividades com uma relação custo/benefício bastante atraente. 

Em resumo, pode-se dizer, mais do que nunca, que o mundo dos negócios precisa entender o papel que TI pode desempenhar; que a Tecnologia da Informação precisa entender os objetivos do Negócio, estratégias e planos; e que os dois lados precisam trabalhar juntos o tempo todo, desde o começo do ciclo de planejamento dos negócios, até a implementação final da solução de TI.

Chega de alinhar TI e negócios


"Estou cansado dessa história de alinhamento [de TI e negócios]", declarou um dos CIOs participantes do CIO Perspectives, evento realizado em Nova York há algumas semanas. "Isso não está mais sob discussão. TI e negócios estão juntas no jogo do mercado. Ponto final."
Para minha surpresa, a opinião desse CIO era compartilhada por muitos outros líders de TI presentes ao evento, alguns deles das principais empresas dos EUA. Depois de muito tempo, os CIOs evoluíram em suas discussões.
O que a declaração representa? Que os CIOs têm de trabalhar com relacionamentos, com aceleração e otimização em vez de alinhamento. Esses verbos são todos sinais que a tão almejada parceria TI/Negócios é fato. "Alinhar" significa ordenar o que está desordenado e buscar entender de estratégias de negócios que ainda não são entendidas. E tentar chegar à sala de tomada de decisões, algo que muitos já conseguiram.
A frase do CIO da empresa química Air Products and Chemicals, Richard Boocock, representa todo o espírito que o líder deve assumir hoje: "Vivemos ou morremos na criação de valores para os clientes e para os acionistas. Essa é a única forma de criar valor para os negócios".
Diante disso, só uma conclusão é possível: a única maneira de medir o real valor para a TI é avaliar o retorno que ela proporciona para os negócios. Logo, acompanhar essas métricas de perto, de forma bem estruturada, também é questão de sobrevivência.
De acordo com o vice-presidente do grupo de pesquisas da Gartner para CIOs, Dave Aron, a linguagem do alinhamento também pode ser contraproducente, porque denota que a TI é algo a parte do restante da empresa.
Mesmo assim, as pessoas continuarão a questionar o valor da TI, que sempre está entre os primeiros na lista de maiores gastadores no orçamento de uma empresa.
Calcular o valor que a tecnologia entrega é, por essa razão, uma arte em desenvolvimento. E, nesse sentido, quase todos os CIOs concordam.
O melhor conselho para quem está no mercado e busca esse ideal? Começar. Começar de algum ponto, e o mais breve possível.
Segundo o CIO da Chevron, Louie Ehrlich, o profissional nunca vai encontrar uma forma perfeita de medir valores. "Eles mudam constantemente e esse é um trabalho sem fim", conclui.
*Maryfran Johnson é editor-chefe da CIO norte-americana e dos eventos da publicação nos EUA.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Magazine Luiza reforça social commerce



 
Frederico Trajano, diretor de Marketing e Vendas do Magazine Luiza, detalha projeto Magazine Você em coletiva de imprensa
Magazine Luiza abre sua plataforma de social commerce Magazine Você(veja aqui) para todos os usuários do Facebook e doOrkut. A iniciativa aberta inicialmente para familiares de funcionários da rede permitiu criar sua própria loja nas redes sociais e assim ganhar comissão com as vendas. Nesta primeira fase foram criadas mil lojas virtuais em quatro meses. A empresa tem como objetivo atingir 10 mil lojas virtuais e conseguir um milhão de clientes ainda em 2012.
“Transformamos a venda de porta a porta no clique a clique. Estudamos profundamente as redes sociais para entender como poderíamos ser relevantes para as pessoas e, ao mesmo tempo, incrementar nossas vendas e trazer novos clientes originados desses canais interativos”, explicou Frederico Trajano, diretor de Marketing e Vendas do Magazine Luiza.
Trajano comentou que nos primeiros quatro meses do projeto foram criados 708 lojas no Facebook e 450 lojas no Orkut. O usuário pode personalizar sua loja com até 60 produtos do www.magazineluiza.com e ganhar uma comissão de 2,5% ou 4,5% (depende da categoria do produto) por cada produto vendido. A operação de compra, incluindo pagamento e a entrega, é de responsabilidade do Magazine Luiza.
“O boca a boca sempre foi a ferramenta de comunicação mais eficiente que existe e agora está se amplificando com as redes sociais. Um aspecto bastante favorável é o dialogo e a possibilidade de atingir um público que ainda não tem contato com a marca. As empresas que ficarem de fora desta realidade perdem a oportunidade de venda e de utilizar uma importante ferramenta de relacionamento com todos os seus públicos”, define o diretor de Marketing e Vendas do Magazine Luiza.
 
Luiza do Canadá, a mais recente estrela da web, faz parte da campanha do Magazine Luiza
Campanha
Para divulgar o projetoMagazine Você foi realizado o concurso cultural #ONomeAgoraÉ onde as pessoas sugeriam nomes criativos para o Magazine por meio do Twitter e do Facebook. A estrela da campanha foi a mais recente estrela da internet: a Luiza do Canadá (veja vídeo abaixo). O vencedor do concurso ganhará uma loja do Magazine Você com benefícios exclusivos: 10% de comissão e R$ 5 mil para divulgar sua loja nas redes sociais.
“Após este concurso cultural vamos dar continuidade à campanha de lançamento com estratégia 100 por cento focado nos meios digitais. Vamos realizar ações no Facebook e Orkut, além de divulgar o projeto Magazine Você nos portais”, encerrou Frederico.

terça-feira, 5 de junho de 2012

A grande indústria fonográfica morreu


A revista Rolling Stone é uma das mais influentes da meio musical. Um excelente artigo escrito em duas partes explica como uma indústria que tem o consumo de seu produto aumentando absurdamente está perdendo dinheiro e falindo.
Baseada em um modelo de venda de pacotes de músicas, em mídias físicas, por praticamente um século, é uma indústria que não inovou seu modelo de negócios, tentou bloquear a tecnologia de todas as formas, matou o Napster, processou pais de crianças de 9 anos e vovós, foi atrás de indivíduos, provedores de internet, usou muito dinheiro e lobby pesado em cima de políticos. Enfim, utilizaram todo o músculo da sua máquina de fazer dinheiro para parar a tecnologia digital e novas formas de distribuição.
O resultado de praticamente 10 anos de luta? A vendas de CDs continuam caindo e apenas esse ano despencaram quase 17%. Nem mesmo os grandes sucessos são fonte de renda garantida mais. A tecnologia atropelou os gigantes da indústria como se fossem barquinhos de papel contra uma tsunami.
E a virada, segundo o artigo, foi justamente na época da morte do Napster. Para quem não tem idéia do que foi o Napster, uma rápida explicação: era um serviço, com servidores centrais, onde pessoas do mundo inteiro e de forma gratuita podiam compartilhar arquivos de música. Os arquivos ficavam na máquina dos usuários do sistema e o Napster apenas mantinha um mapeamento do que cada pessoa possuía. Era muito rápido, pois tudo era catalogado de forma central. A RIAA entrou pesado com processos e o Napster deixou órfãos quase 40 milhões de usuários. Detalhe: a RIAA não foi capaz de substituí-lo e houve um hiato de 2 anos até o lançamento do iTunes.
O resultado desse tempo foi a sofisticação dos programas e redes Peer-to-Peer, ou pessoa-a-pessoa, descentralizado, sem empresas ou servidores centrais. Essencialmente, não havia empresas para serem processadas e a RIAA resolveu atacar os próprios usuários do sistema, numa das piores jogadas de relações públicas da história. A antipatia conquistada da mídia e do mercado consumidor foi enorme, e baixar músicas, mesmo de forma ilegal, tornou-se um movimento de resistência. Quando o iTunes surgiu, o sucesso foi praticamente imediato, mas o controle de distribuição foi entregue a um terceiro, a Apple.
A RIAA defende-se dizendo que processar indivíduos é uma forma de informar que o download ilegal de músicas é ilegal. Parece não ter dado resultado, já que os números têm aumentado. E fica sempre a mesma pergunta no ar: porque esses caras estão falindo? Há interesse no produto, nos artistas e centenas de milhões de aparelhos capazes de reproduzir MP3 estão no mercado. A resposta é fácil: o modelo de negócios está errado.
O artigo ainda vai mais longe, dizendo como as empresas irão sobreviver, através de outros tipos de licenciamento, como filmes, seriados, games, shows, etc.
Anos atrás, praticamente qualquer pessoa ligeiramente mais informada sobre o Napster, sabia que não tinha volta. Mas não é culpa apenas das gravadoras. As grandes redes varejistas e artistas também ameaçavam as gravadoras, com multas sobre perda de lucratividade caso as pessoas conseguissem músicas a preços mais em conta do que em lojas. Resultado de quem remou contra a maré? Artistas que lutaram, ficaram mal vistos com os fãs e continuaram sendo copiados do mesmo jeito. Os varejistas de música? Estão fechando as portas em massa e o fato é fácil de explicar: quando foi a última vez que saímos de uma loja com um lançamento?

Artigo: existe uma bolha na internet brasileira?


Por Leandro Ramos
Sócio-fundador do Indike
No mundo da internet uma pergunta recorrente é se existe uma bolha entre as empresas pontocom. O recente IPO do Facebook, que elevou o valor de mercado da rede social para mais de US$100 bilhões, lançou mais incertezas para aqueles que acreditam que temos uma especulação financeira semelhante ao início da década passada.
Afinal, estaríamos vivendo uma nova bolha na internet?
Uma bolha especulativa se forma quando existe um excesso de expectativa otimista em um dado segmento de negócio. Temos a bolha quando o mercado se sustenta apenas com a entrada de novos participantes. Trata-se de uma situação em que o mercado não apresenta negócios consistentes e mais gente precisa entrar nele para empurrar o problema para frente, como se fosse uma pirâmide. Transpondo essa discussão para o Brasil, será que existe uma bolha na internet brasileira?
Longe de profetizar uma crise, a discussão sobre bolha nos negócios pontocom brasileiros merece cuidado. Existem alguns elementos que denotam pouca consistência do mercado de internet brasileira, que podem provocar uma bolha tupiniquim. Vejamos alguns pontos de atenção:
Espelho norte-americano
Quem vive no ambiente de startups brasileiras e já foi apresentar seu projeto para um investidor nacional ou estrangeiro certamente se deparou com a seguinte pergunta: “qual o espelho do seu negócio nos Estados Unidos?”
Os investidores exigem por aqui que seu negócio seja uma cópia de algum negócio bem sucedido nos Estados Unidos. Aceitam no máximo uma leve adaptação local e nada de investirem em um modelo de negócio inovador.
Por um lado faz muito sentido apostar em um empreendimento que já possui um similar bem sucedido no maior mercado de internet do mundo. Porém, nem sempre o que deu certo lá fora vai funcionar aqui dentro. Existem algumas startups brasileiras que receberam aportes milionários em 2011 tendo como base espelhos norte-americanos e agora patinam.
Vale ainda lembrar a turma que busca o tal do espelho estrangeiro o fato de que Brasil é líder mundial em algumas tecnologias, justamente por ter olhado para dentro e não ter tentado copiar modelos estrangeiros. A tecnologia bancária brasileira é uma das mais modernas do mundo, justamente porque investimos esforços para lidar com anos de hiperinflação e um cenário de fraude bastante criativo. Se tivéssemos tentado copiar algum espelho norte americano, certamente estaríamos atrasados alguns anos. Outra tecnologia que o Brasil desponta mundialmente sem copiar ninguém é o sistema de votação eletrônica, que hoje o país exporta inclusive para os Estados Unidos. Resumindo: será que vamos construir negócios consistentes se continuarmos procurando incessantemente um modelo de negócio bem sucedido lá fora?
Negócios deficitários
O Brasil felizmente entrou na rota dos grandes investidores internacionais. Se por um lado isso é bom, por outro, existe um fenômeno que pode gerar uma bolha por aqui.
Na onda de copiar startups estrangeiras, muitos empreendedores simplesmente replicam modelos que deram certo lá fora. Alguns negócios, com um discurso bem estruturado, recebem até aporte financeiro.
Ocorre que muito destes empresários trabalham apenas para atrair capital para o empreendimento e esquecem-se do básico: uma empresa existe para faturar e mais, dar lucro. Existe muita startup brasileira que já recebeu a primeira rodada de investimento, o chamado Series A round, e se preocupa apenas com a próxima bolada do Series B, embora não tenha fechado nenhum balanço no azul. Será que essa situação se sustenta ou vai ter que entrar outro investidor para alimentar esta pirâmide?
Eventos para startups
Com o recente boom de startups brasileiras, os eventos para estas empresas, que antes eram raros, agora crescem em proporção geométrica.
Para o empreendedor, nada melhor do que eventos para trocar experiências de mercado, colher feedbacks e falar com investidores. Porém, o que vemos é que os eventos para startups no Brasil estão se tornando um grande negócio, muito mais preocupados em aumentar o faturamento de quem organiza, do que ajudar os empreendedores.
Os eventos se tornaram palco de exibicionismo de poucos empreendedores, alguns consultores e investidores. O que alimenta a maioria destes eventos são as rasas discussões de como atrair um investidor para a empresa e captar o primeiro milhão, ou ainda como montar adequadamente um Modelo Canvas ou seguir o Lean Startup. Não vemos discussões um pouco mais aprofundadas, como, por exemplo, sobre o custo de aquisição de clientes ou troca de experiências de como fazer uma campanha de email marketing eficiente. Até quando este modelo se sustenta?
A verdade é que em todo mercado que apresenta crescimento acelerado, sempre vai existir a questão de quando a bonança vai acabar ou diminuir seu ímpeto. Afinal, o capitalismo já se mostrou ao longo dos últimos séculos que funciona por ciclos. Porém, é possível evitar uma bolha na internet brasileira. Para isso, é preciso ter claro que qualquer inconsistência jogada para frente em algum momento vai cobrar uma solução. Em uma visão mais capitalista: alguém tem que pagar a conta.