domingo, 27 de maio de 2012

Mercado de TI no Brasil crescerá 13% em 2011, segundo IDC


O mercado mundial de TI deve encerrar o ano de 2011 com mais de US$ 1 trilhão, o que representa um crescimento de 7,5% em relação a 2010. O Brasil, que vem aumentando sua representatividade na América Latina, e já ocupa um espaço de destaque no cenário global, como 8° maior mercado de tecnologia da informação do mundo, com mais de US$ 37 bilhões, deve crescer cerca de 13% este ano, movimentando US$ 42 bilhões. As projeções são de estudo da consultoria IDC, divulgado hoje.
Os países emergentes, especialmente os integrantes do bloco BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), continuarão em destaque. Além do crescimento do Brasil, a previsão é que a China registre aumento de aproximadamente 21% no segmento de TI em 2011, seguida pela Rússia, que deve crescer 20% no período. Já a Índia apresentará um desenvolvimento de aproximadamente 11 no setor.
Nesse contexto, a estimativa da IDC é de que somente o mercado de Infraestrutura mundial tenha um incremento de 2,7% em 2011, em comparação ao ano anterior. Para essa análise, foram considerados os mercados de serviços de implementação, suporte e gerenciamento de operações, softwares de Infraestrutura, servidores, storage e equipamentos de rede.
O Brasil detém 1,9% do cenário mundial de Infraestrutura e deve crescer 7% neste ano, alcançando US$ 13.5 bilhões. “O país ainda tem muito a investir, não apenas em portos, aeroportos e Infraestrutura em geral. Mas, estamos passando por um momento de forte crescimento, o que traz boas perspectivas”, diz Alexandre Vargas, analista de mercado da IDC Brasil. A principal mudança no cenário de Infraestrutura está relacionada à mobilidade. Em 2015, segundo a IDC, o Brasil já venderá mais smartphones do que telefones convencionais.
A mobilidade é também um dos fatores que impulsionam o mercado de cloud computing. De acordo com os dados apresentados pela IDC, 74% das empresas já disponibilizam aos funcionários o acesso remoto a uma ou mais aplicações corporativas por meio da internet.

REDAÇÃO DO IDG NOW!

14 de outubro de 2011 - 14h06

Mercado brasileiro de TI cresce 11%


Seg, 21 de Maio de 2012 09:38
crescimento-profissional1
O setor brasileiro de Tecnologia da Informação (TI) movimentou US$ 102,6 bilhões em 2011, o que representa crescimento de 11,3% em relação ao ano anterior, segundo estudo encomendado pela Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) à consultoria International Data Corporation (IDC). A pesquisa comprova, ainda, o peso significativo do setor na economia do País, com representação de 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2011.
Essencial para a competitividade e produtividade da economia nacional, o mercado brasileiro de TI contribui para o aumento de eficiência dos mais diversos segmentos. Tradicionalmente, cresce a taxas que são pelo menos o dobro da expansão do PIB, com projeção de 9% para 2012.
O setor enfrenta desafios para seu pleno desenvolvimento no País, como custos competitivos, qualificação profissional, melhoria da infraestrutura e fomento de inovação nacional, contemplados no Plano Brasil Maior. “O governo federal inseriu TIC na agenda de desenvolvimento nacional, fornecendo as condições para que o mercado atinja nos próximos dez anos a representação de 6 a 7% do PIB, observada em países desenvolvidos”, afirma Antonio Gil, Presidente da Brasscom.
O Brasil pode, ainda, pode se tornar um dos quatro principais centros de TI até 2022. “A meta do setor para os próximos dez anos é dobrar seu faturamento e movimentar US$ 210 bilhões, intensificando a utilização de TIC por outras atividades econômicas”, completa Gil.
A maior fatia do faturamento de TI provém do segmento TI In-House (US$ 41,6 bilhões), que é a tecnologia desenvolvida pelo governo e por empresas de outros setores da economia. Hardware vem na segunda posição com grande expressão, US$ 29,9 bilhões. Em seguida, aparecem serviços (US$ 14,7 bilhões), software (US$ 6,18 bilhões) e BPO (US$ 5,6 bilhões). O estudo contempla apenas o mercado interno de TI, sem contabilizar exportações e operações internacionais.
Fonte: Panorama Brasil